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Domingo, 03 de Maio de 2026

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Levantamento revela que três candidatos a vereador na Bahia enfrentam ordens de prisão, incluindo casos graves como homicídio e furto.

61 políticos têm mandados de prisão em aberto para as eleições de 2024.

Levantamento revela que três candidatos a vereador na Bahia enfrentam ordens de prisão, incluindo casos graves como homicídio e furto.
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Um levantamento apontou que 61 candidatos às eleições municipais de 2024 são alvos de mandados de prisão em aberto. Destes, três casos são de candidatos a vereador na Bahia.

A pesquisa, realizada pelo portal G1, aponta que, dos 61 casos, 14 são relativos a condenações na esfera criminal: 3 casos de homicídio, 2 de estupro de vulnerável, 4 de furto ou roubo, 2 de estelionato, 1 de lesão corporal e 1 associação criminosa. Em um dos casos foi impossível saber o crime cometido.

Entre estas investigações, 13 envolvem prisão provisória, ou seja, ocorrem antes do investigado ser condenado ou absolvido pela justiça. Uma, no entanto, se dá por condenação definitiva.

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Dos 47 casos no âmbito civil, 46 mandados se deram por conta de disputas de pensão alimentícia, enquanto um não teve o motivo revelado. Dos 61 casos, 59 dizem respeito a vereadores e 2 a vice-prefeitos. Nenhum candidato a prefeito tem mandado de prisão em aberto.

Na Bahia, são apenas 3 os candidatos com mandados de prisão em aberto, são eles:

 

Wellington Mineiro (União), candidato a vereador de Porto Seguro

Alvo de mandado de prisão por furto expedido em 17 de outubro de 2023. A defesa diz que o mandado de prisão se deu pelo fato de Wellington não ter sido intimado no processo. "A regularização do seu endereço fixo certamente revogará a ordem de prisão", disse a defesa.

O União Brasil disse que, assim que soube do mandado, comunicou o candidato para que tomasse as providências cabíveis. "Ressaltamos que o União Brasil respeita a legislação e não compactua com nenhuma irregularidade e que oportunizará ao candidato o direito a ampla defesa".

 

Luís Carlos Caboquinho (PSOL), candidato a vereador de Pau Brasil

Alvo de mandado de prisão expedido em 11 de maio de 2022 em processo criminal. A reportagem não conseguiu saber qual é o crime. O candidato foi procurado, mas não respondeu.

Presidente do PSOL na Bahia, Ronaldo Mansur disse desconhecer o mandado de prisão e que a legenda nem outro partido da federação faz esse tipo de checagem.

"O que nós sabemos é que o Luís Carlos é um homem indígena, que luta pela terra na cidade de Pau Brasil, onde recentemente um de seus familiares foi brutalmente assassinado. Nós estamos do lado daqueles que lutam pelos seus direitos. A Justiça sabe onde ele está e ele está candidato. A Justiça precisa fazer as movimentações cujos processos dizem o que tem que fazer", disse.

 

Djalma da Laranjeira (AVANTE), candidato a vereador de Lamarão

Alvo de mandado de prisão preventiva por homicídio expedido em outubro de 2018.

O candidato afirmou que desconhece o mandado de prisão. A defesa disse que buscará os meios para provar a inocência. O partido não respondeu aos questionamentos.

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Bruno

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