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Segunda-feira, 27 de Abril de 2026

Notícias/Política

Lula sinaliza diálogo com Trump, mas reforça críticas ao tarifaço dos EUA.

Presidente cobra respeito à soberania do Brasil e critica uso político de tarifas; governo prepara medidas para minimizar impacto no setor de alimentos.

Lula sinaliza diálogo com Trump, mas reforça críticas ao tarifaço dos EUA.
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A semana começa com expectativa de uma possível conversa entre Lula e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o tarifaço. Na sexta-feira (1º), o republicano afirmou que Lula poderia falar com ele quando quisesse.

Lula disse que sempre esteve aberto ao diálogo, mas o Itamaraty avalia que uma ligação entre chefes de Estado exige preparação.

As tarifas de 50% para produtos exportados pelo Brasil aos Estados Unidos começam a vigorar na quarta-feira (6). O governo brasileiro ainda tenta amenizar a cobrança de itens como café, carne, pescados e frutas, que ficaram fora da lista dos 700 produtos isentos do tarifaço de Donald Trump.

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Na tarde desta segunda-feira (4), o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, vai receber representantes do setor de alimentos. Ao mesmo tempo, a equipe econômica prepara as primeiras medidas de ajuda emergencial às empresas brasileiras impactadas pelo tarifaço americano.

Nesse domingo (3), o presidente Lula reconheceu a necessidade de negociar com cautela com os Estados Unidos:

'É o país mais bélico do mundo, é o país mais tecnológico do mundo, maior econômia do mundo, mas nós queremos ser respeitados pelo nosso tamanho. Nós temos interesses econômicos, temos interesses estratégicos, nós queremos crescer e nós não somos uma republiqueta. Tentar colocar um assunto político para nos taxar economicamente é inaceitável, é inaceitável'.

No encontro do PT, o presidente voltou a defender a criação de uma moeda alternativa ao dólar para uso no comércio entre os países do BRICs. A proposta é apontada como um dos motivos da insatisfação de Donald Trump em relação ao Brasil:

'Eu não vou abrir mão de achar que a gente precisa procurar construir uma moeda alternativa para que a gente possa negociar com os outros países. Eu não preciso ficar subordinado ao dólar. Eu não estou falando isso agora, não. Em 2004, nós fizemos isso com a Argentina, em 2004'.

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