o ambiente político” e ressalta que a proposta não afetará “aqueles que forem eleitos em 2026”.
“Sou amplamente favorável ao final da reeleição e a um mandato único de 5 anos e, eventualmente, até de 6 anos. Acho essa uma tese necessária e oportuna já que, definitivamente, o instituto da reeleição não trouxe coisas positivas para a política brasileira e são vários os exemplos que mostram isso”, disse o senador.
“Portanto, há duas linhas em debate aqui no Congresso: coincidência total das eleições ou não. Eu, pessoalmente, acho muito ruim o sistema que temos hoje de uma eleição a cada dois anos. Você não sai dessa roda eleitoral contínua e não cria um ambiente de tranquilidade para governar”, complementa.
Na segunda, em entrevista à imprensa, o político afirmou que a PEC em análise na Casa “tende a ser uma unanimidade”. Na PEC, é proposto um único mandato de cinco anos, sem reeleição. A ideia é que eleições municipal, estadual e federal ocorram no mesmo período.
“A proposta não alcança o presidente Lula e nem os atuais governadores e prefeitos. Também não alcança aqueles que forem eleitos em 2026 pela primeira vez e poderão concorrer à reeleição em 2030. Então, acho uma tentativa importante e necessária para ajudarmos a pacificar o ambiente político”, finaliza.
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