O pedido foi motivado por uma publicação feita pelo MTST nas redes sociais durante a Sexta-feira Santa. Na postagem, Jesus Cristo é retratado crucificado enquanto um soldado romano declara: “bandido bom é bandido morto”.

Diante das críticas recebidas, o movimento alegou que houve uma má interpretação da publicação e citou passagens bíblicas para justificar a imagem. No entanto, o deputado alega que a postagem tinha o objetivo de chocar os cristãos e zombar de sua fé, caracterizando assim um ato de incitação ao preconceito religioso.
“Tal atribuição, aos cristãos em geral, da defesa de práticas violadoras de direitos humanos, como a tortura e a execução sumária, configura, em tese, incitação ao preconceito contra cristãos”, diz um trecho do documento. Cabe agora ao Ministério Público analisar se vê ou não elementos para investigar o caso.
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