O Bahia teve postura de time rebaixado na noite da última quarta-feira, na Arena Fonte Nova. Depois de fazer um jogo ruim diante do São Paulo, o Esquadrão se lançou ao ataque na reta final da partida em vez de valorizar o ponto que o tiraria da zona de rebaixamento. Com quatro atacantes e muitos espaços na defesa, o time baiano sofreu contra-ataques e um escanteio que gerou rebote fatal: derrota de 1 a 0 e permanência no Z-4 a dois jogos do fim da competição.
O atacante Everaldo estava à disposição após cumprir suspensão, mas Rogério Ceni decidiu manter o onze inicial que goleou o Corinthians e fez história na rodada anterior, com um ataque de mobilidade, formado por Cauly e Biel.
De diferente apenas o posicionamento de Thaciano como atacante, dentro da área, na fase ofensiva. Na última partida, o camisa 16 teve uma função de meia e ajudou mais na marcação, o que aconteceu em menor em intensidade neste jogo.
E quem esperava o Bahia agressivo no ataque, no entanto, viu um começo de jogo de ataques alternados entre as equipes, com mais posse de bola adversária. Depois, parece que o tempo menor de aquecimento por ter chegado atrasado ao estádio pesou para o time baiano, que quase não jogou na primeira etapa.
Agora, dentro da zona de rebaixamento, o Tricolor terá que buscar uma recuperação emocional, destruída após o gol são-paulino, e pontos que o salvem de um rebaixamento iminente. Se faltou inteligência contra o time do Morumbi, será preciso ter frieza total a partir de agora.
E o próximo jogo será neste domingo, desta vez contra o América-MG, no Independência, às 16h (horário de Brasília), pela penúltima rodada da Série A. O Coelho já está rebaixado, e o Bahia terá que se aproveitar disso para voltar a sonhar com a permanência na elite. Em uma semana, o resultado final será colhido.
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