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Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2026

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BAMIN rescinde contrato e paralisa obras da FIOL 1, afetando 300 trabalhadores.

Decisão da mineradora gera incertezas sobre a continuidade do projeto ferroviário e preocupa autoridades e trabalhadores da região.

BAMIN rescinde contrato e paralisa obras da FIOL 1, afetando 300 trabalhadores.
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A Bahia Mineração (BAMIN) rescindiu o contrato com a Prumo Engenharia, empresa responsável pela construção do Trecho 1F da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL 1), localizado no município de Uruçuca, no sul da Bahia. A decisão, anunciada nesta terça-feira (1º), resultou na paralisação das obras e no início do processo de demissão dos cerca de 300 trabalhadores que ainda atuavam no canteiro. No auge da construção, o empreendimento chegou a empregar até mil pessoas.

Em nota, a BAMIN, subsidiária do Grupo ERG, informou que a desmobilização do contrato ocorreu 31 de março de 2025, marcando o encerramento da fase inicial da ferrovia, que teve início em 2023. A empresa destacou que já investiu R$ 784 milhões na FIOL desde que assumiu a concessão em 2021 e reafirmou seu compromisso em buscar novos investidores para a continuidade do projeto.

Apesar da rescisão contratual, a BAMIN garantiu que manterá os serviços de manutenção da ferrovia e cumprirá todas as obrigações socioambientais relacionadas ao Projeto Integrado Pedra de Ferro. No entanto, a indefinição sobre a retomada das obras preocupa trabalhadores e autoridades locais, que veem o empreendimento como fundamental para o desenvolvimento econômico da região.

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A FIOL 1 é uma peça-chave na logística de escoamento da produção mineral e agrícola da Bahia, conectando o interior do estado ao Porto Sul, em Ilhéus. A paralisação da construção do trecho entre Uruçuca e Ilhéus pode comprometer os prazos de conclusão da ferrovia e gerar impactos socioeconômicos significativos na região.

A rescisão do contrato levanta questionamentos sobre o futuro da FIOL 1 e o modelo de investimentos adotado pela BAMIN. A empresa não divulgou detalhes sobre possíveis novas licitações ou a contratação de uma nova empresa para dar continuidade às obras.

Trabalhadores afetados pela decisão relataram preocupação com a falta de perspectivas de realocação para outras funções dentro do projeto. “Muitos de nós deixamos outros empregos apostando na estabilidade desse projeto. Agora, estamos sem saber o que fazer”, disse um dos operários demitidos, que preferiu não se identificar.

Diante do cenário, autoridades municipais e estaduais acompanham o desdobramento da situação e cobram transparência da BAMIN quanto aos próximos passos. A expectativa é que novas informações sejam divulgadas nos próximos meses para esclarecer o futuro da FIOL 1 e minimizar os impactos da paralisação na economia local.

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Bruno

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