Ainda concluindo seu terceiro ano à frente do município,o gestor soteropolitano realizou 29 alterações nos titulares da pasta, enquanto que ACM Neto fez 19 mudanças ao longo de seu primeiro mandato (2013-2016).
A última troca aconteceu no dia 30 de junho, quando Alexandre Tinôco foi anunciado no lugar de Luciano Araújo na Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop). Somente esta pasta já passou por quatro titulares nos últimos 12 meses, enquanto que no primeiro mandato inteiro de ACM Neto, apenas Rosemma Maluf comandou a Semop.
Ao assumir em 2013, ACM contava com 26 órgãos, sendo 12 secretarias, sete autarquias, quatro empresas e três fundações. Em dezembro de 2014, a gestão dele anunciou a ampliação dos espaços e o número de secretarias saltou de 12 para 15. Essa tendência de crescimento seguiu até o mandato de Bruno Reis, que quase dobrou o número de pastas, passando de 12 para 22 pastas.
O atual prefeito também superou a quantidade de trocas feitas por ACM Neto no segundo mandato. Na segunda gestão, o ex-prefeito fez 25 trocas. Nesta semana, Bruno Reis anunciou que planeja fazer novas alterações no secretariado no próximo ano, quando os titulares devem deixar seus postos para concorrer às eleições.
“Pau para toda obra”
Um dos nomes mais envolvidos nessas trocas é o da vice-prefeita Ana Paula Matos (PDT). A atual secretária de Saúde já passou por quatro mudanças, sendo duas na gestão de Bruno e duas no governo de ACM Neto. Ela já comandou a Secretaria Municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza (Sempre), a Diretoria Geral das Prefeituras-Bairro, a Secretaria de Governo e a Secretaria Municipal de Saúde.
Outro que também foi campeão nas danças das cadeiras é o atual presidente do Vitória, Fábio Mota. Principalmente, na primeira gestão de ACM Neto. Mota atuou como coringa, já que administrou a Secretaria de Urbanismo e Transporte e a Secretaria de Mobilidade. Além disso, durante o mandato de Bruno Reis, atuou na Secretaria de Cultura até quando, em maio de 2022, precisou sair da política para focar seus esforços no Rubro-negro.
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