Politiconews - Sua fonte de notícias na Bahia, no Brasil e no Mundo.

Segunda-feira, 01 de Junho de 2026
Politiconews
King Pizzaria & Choperia King Pizzaria & Choperia
  • Início
  • Colunas
  • Notícias
  • Vídeos
  • Contato
  • MENU
    Comissão aprova projeto que pune gestor que não pagar piso salarial de professores Especialistas cobram a criminalização da misoginia, vista como causa do aumento de... STF determina fim de aposentadoria compulsória para juízes condenados Petrobras anuncia alta de R$ 0,04 na gasolina vendida a distribuidoras Entenda PEC que acaba com escala 6x1: mais tempo livre e mesmo salário Declaração do IR pode passar a ser automática em até três anos Governo publica lei que cria Universidade Federal Indígena Desemprego chega a 5,8% no trimestre encerrado em abril, diz IBGE Déficit nas contas externas fica em R$ 1,8 bilhão em abril Câmara pode votar propostas sobre impactos econômicos da guerra, feminicídio, educação e... Câmara pode votar nesta semana projetos ligados à saúde Desenrola Brasil: saiba como usar FGTS para pagar dívidas em atraso
    EM ALTA
    MENU

    Notícias/Policial

    COMO A BAHIA SE BANHOU EM SANGUE

    A série de más escolhas que levou o estado a um nível assustador de matança policial – 56 casos, só em setembro

    Luana
    Por Luana
    03/10/2023 14:27
    04/10/2023 08:20
    Compartilhe
    Facebook
    Twitter
    Whatsapp
    Telegram
    LinkedIn
    COMO A BAHIA SE BANHOU EM SANGUE
    Da redação
    IMPRIMIR
    REPORTAR ERROS
    Use este espaço apenas para a comunicação de erros nesta postagem
    Máximo 600 caracteres.
    enviando

    Em setembro, 56 pessoas foram mortas pelas forças de segurança da Bahia – média de quase duas por dia. Três policiais morreram em confrontos. Os tiroteios e operações da polícia, antes restritos a bairros periféricos de Salvador, como Paripe e São Cristóvão, tornaram-se parte da paisagem em Calabar e Alto das Pombas, bairros próximos à área mais valorizada da cidade. A violência urbana, em sua versão extrema, bateu à porta da classe média.

    Daí em diante, a crise seguiu um roteiro tradicional. Autoridades tiraram do armário frases de efeito – “não se enfrenta o crime organizado com rosas”, disparou Ricardo Cappelli, secretário-executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública; “não reconheço nenhum parâmetro de ONGs que fazem publicações sobre questão de segurança”, disse Rui Costa, ministro da Casa Civil, referindo-se aos dados públicos coletados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Em seguida, como de praxe, põe-se em prática uma série de ações midiáticas. Libera-se mais recursos para o “combate ao crime”, cria-se uma força-tarefa para lidar com o descontrole da violência e abre-se caminho para o uso de caveirões, que fazem história na tragédia carioca de cada dia.

    A ineficácia dessa receita é facilmente mensurável com dados. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes na Bahia cresceu 1.393% entre 1981 e 2021. Os dados são do SIM/DataSUS. Como fica claro no gráfico abaixo, esse descontrole da violência independe do partido que ocupa o governo estadual. Se é verdade que a taxa de homicídio cresceu 103% nas gestões do PT, ela já tinha aumentado 217% com o PFL – partido de direita que mais tarde mudou de nome para Democratas e se diluiu no União Brasil. Parodiando Nelson Rodrigues, que dizia que o “subdesenvolvimento não se improvisa, é obra de séculos”, pode-se dizer que a insegurança pública também não se improvisa – é obra de décadas de um trabalho muito bem articulado entre diferentes partidos incapazes de oferecer soluções reais para a população.

    Publicidade
    Publicidade

    Leia Também:

    Carlos Bolsonaro diz que família está há dois dias sem notícias de Jair Bolsonaro.

    Bahia é o sexto estado com mais medidas protetivas em 2025 e já supera total anual de 2020.

    Lídice da Mata revela negociações do PSB com Cidadania e PDT para federação ou fusão partidária.

    A Bahia é um caso exemplar do que acontece, com pequenas variações, no Brasil inteiro. As crises se sucedem, com picos pontuais, e são tratadas com placebos. A resposta costuma vir por meio da violência policial. Não é surpreendente que a Bahia tenha ultrapassado o Rio de Janeiro em 2022 como o estado em que a polícia mais matou. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, foram 1.464 mortes causadas por agentes do Estado, uma incrível média de quatro por dia. A Bahia também liderou o ranking de mortes violentas (6.659).

    Uma tragédia dessa escala só pode ser fruto de uma constelação de políticas equivocadas, repetidas à exaustão por décadas. Tentaremos elencá-las, de forma resumida, neste artigo.

    As crises de segurança no Brasil costumam estar atreladas a três erros. O primeiro é a aposta nos gêmeos guerra às drogas e encarceramento em massa. Trata-se de problema conhecido e, ainda assim, incompreendido pelas autoridades brasileiras. O combate ao tráfico não apenas é anódino no objetivo de reduzir o consumo de drogas, como acarreta violência sistêmica e geração de renda drenada para a compra de armamentos por criminosos (como estamos vendo na Bahia) e ainda para a corrupção policial. A superlotação dos presídios é a consequência natural. Entende-se, no Brasil, que a prisão é um remédio para todos os males.

    Esse erro representa um custo financeiro enorme para o Estado. Prende-se pequenos traficantes em vez de investigar os chefes do esquema. Conforme os presídios lotam, esgotam-se os recursos da polícia e cria-se um cenário fértil para o surgimento de facções.

    A Bahia novamente nos serve de exemplo: em 1981, o estado contabilizava 1.377 presos; em 2021, eram 15.169. A população carcerária decuplicou, portanto. Como mostramos no gráfico acima, nada disso ajudou a dirimir a crise de segurança. Pelo contrário, os homicídios subiram de forma quase constante, passando de 310 casos para 7.206, nesses quarenta anos. O crime organizado ganhou força. As notícias dão conta de que, hoje, há oito facções atuando na Bahia. No Brasil, segundo o último levantamento feito pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública, havia 53 facções em 2022, todas surgidas de dentro dos presídios.

    O segundo erro é a crença que o uso indiscriminado de força pelas polícias vai resolver algum problema. Além de ferir direitos humanos, essa política tem consequências perniciosas para a segurança pública. Primeiro, porque a linguagem da guerra e da brutalidade – que se manifesta nas periferias, mas não nos bairros nobres – cria um abismo entre polícia e comunidade, inviabilizando a efetividade do trabalho policial. Segundo, porque a violência generalizada da polícia acaba por banalizar o uso da força. A sociedade passa a aceitar esse padrão de atuação como natural, condenando apenas a conduta individual de um ou outro policial que exagerou na dose. O comando das polícias não é responsabilizado. Por fim, a violência tem um custo psicológico para o próprio policial. Não são raros os casos de agentes que, sofrendo com problemas emocionais, suicidam-se. O tenente-coronel aposentado Dave Grossman explica esse fenômeno no livro On Killing: The Psychological Cost of Learning to Kill in War and Society, que é adotado por todas as forças de segurança norte-americanas.

    O terceiro erro consiste na ideia de que segurança pública é assunto só de polícia. Essa visão torta impossibilita que se pense os fatores sociais por trás do crime. Com isso, não permite uma política de segurança pública integrada a outras pautas, como os cuidados com a primeira infância, o acesso à educação, à assistência social, à saúde, ao esporte, à cultura. Tudo isso é descartado como sendo um sonho de longo prazo, inatingível. A segurança pública no Brasil só pensa no imediato. “Não se enfrenta o crime organizado com rosas.”

    Na Bahia e no Brasil, a política de segurança se resume a orquestrar o policiamento ostensivo, operações pontuais e, quando necessário, o uso da inteligência policial. Não há um projeto de mudança, que enxergue a segurança como um direito social a ser gradualmente atendido. A seguir nessa trilha, continuaremos gastando bilhões de reais em efetivo policial, equipamentos de ponta e prisões caríssimas. Deixaremos de lado aquilo que vários pesquisadores já concluíram se tratar da solução mais barata e efetiva para o descontrole da segurança pública: investir nas crianças, na educação, no futuro.

    O morticínio da Bahia e a reação de integrantes do governo Lula mostra que o problema não é só o improviso das políticas de segurança: há também uma dose de negacionismo. O combate à violência deve ser feito com base em evidências científicas e ações intersetoriais. Desqualificar as estatísticas, como fez o ministro Rui Costa, não é solução para o problema. 

    A Bahia está como está graças a uma sucessão de erros. Jerônimo Rodrigues (PT-BA), primeiro governador autodeclarado indígena, pode mudar essa história se não ceder ao canto dos falcões. Do contrário, só nos restará torcer para que a missiva de Caetano Veloso ao Papa Francisco dê resultado e que Nossa Senhora Aparecida tenha piedade de nós.

     
     

    FONTE:

    Em setembro, 56 pessoas foram mortas pelas forças de segurança da Bahia – média de quase duas por dia. Três policiais morreram em confrontos. Os tiroteios e operações da polícia, antes restritos a bairros periféricos de Salvador, como Paripe e São Cristóvão, tornaram-se parte da paisagem em Calabar e Alto das Pombas, bairros próximos à área mais valorizada da cidade. A violência urbana, em sua versão extrema, bateu à porta da classe média.

    Daí em diante, a crise seguiu um roteiro tradicional. Autoridades tiraram do armário frases de efeito – “não se enfrenta o crime organizado com rosas”, disparou Ricardo Cappelli, secretário-executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública; “não reconheço nenhum parâmetro de ONGs que fazem publicações sobre questão de segurança”, disse Rui Costa, ministro da Casa Civil, referindo-se aos dados públicos coletados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Em seguida, como de praxe, põe-se em prática uma série de ações midiáticas. Libera-se mais recursos para o “combate ao crime”, cria-se uma força-tarefa para lidar com o descontrole da violência e abre-se caminho para o uso de caveirões, que fazem história na tragédia carioca de cada dia.

    A ineficácia dessa receita é facilmente mensurável com dados. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes na Bahia cresceu 1.393% entre 1981 e 2021. Os dados são do SIM/DataSUS. Como fica claro no gráfico abaixo, esse descontrole da violência independe do partido que ocupa o governo estadual. Se é verdade que a taxa de homicídio cresceu 103% nas gestões do PT, ela já tinha aumentado 217% com o PFL – partido de direita que mais tarde mudou de nome para Democratas e se diluiu no União Brasil. Parodiando Nelson Rodrigues, que dizia que o “subdesenvolvimento não se improvisa, é obra de séculos”, pode-se dizer que a insegurança pública também não se improvisa – é obra de décadas de um trabalho muito bem articulado entre diferentes partidos incapazes de oferecer soluções reais para a população.

      
     

    A Bahia é um caso exemplar do que acontece, com pequenas variações, no Brasil inteiro. As crises se sucedem, com picos pontuais, e são tratadas com placebos. A resposta costuma vir por meio da violência policial. Não é surpreendente que a Bahia tenha ultrapassado o Rio de Janeiro em 2022 como o estado em que a polícia mais matou. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, foram 1.464 mortes causadas por agentes do Estado, uma incrível média de quatro por dia. A Bahia também liderou o ranking de mortes violentas (6.659).

    Uma tragédia dessa escala só pode ser fruto de uma constelação de políticas equivocadas, repetidas à exaustão por décadas. Tentaremos elencá-las, de forma resumida, neste artigo.

     

    As crises de segurança no Brasil costumam estar atreladas a três erros. O primeiro é a aposta nos gêmeos guerra às drogas e encarceramento em massa. Trata-se de problema conhecido e, ainda assim, incompreendido pelas autoridades brasileiras. O combate ao tráfico não apenas é anódino no objetivo de reduzir o consumo de drogas, como acarreta violência sistêmica e geração de renda drenada para a compra de armamentos por criminosos (como estamos vendo na Bahia) e ainda para a corrupção policial. A superlotação dos presídios é a consequência natural. Entende-se, no Brasil, que a prisão é um remédio para todos os males.

       
    Esse erro representa um custo financeiro enorme para o Estado. Prende-se pequenos traficantes em vez de investigar os chefes do esquema. Conforme os presídios lotam, esgotam-se os recursos da polícia e cria-se um cenário fértil para o surgimento de facções.

    A Bahia novamente nos serve de exemplo: em 1981, o estado contabilizava 1.377 presos; em 2021, eram 15.169. A população carcerária decuplicou, portanto. Como mostramos no gráfico acima, nada disso ajudou a dirimir a crise de segurança. Pelo contrário, os homicídios subiram de forma quase constante, passando de 310 casos para 7.206, nesses quarenta anos. O crime organizado ganhou força. As notícias dão conta de que, hoje, há oito facções atuando na Bahia. No Brasil, segundo o último levantamento feito pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública, havia 53 facções em 2022, todas surgidas de dentro dos presídios.

    O segundo erro é a crença que o uso indiscriminado de força pelas polícias vai resolver algum problema. Além de ferir direitos humanos, essa política tem consequências perniciosas para a segurança pública. Primeiro, porque a linguagem da guerra e da brutalidade – que se manifesta nas periferias, mas não nos bairros nobres – cria um abismo entre polícia e comunidade, inviabilizando a efetividade do trabalho policial. Segundo, porque a violência generalizada da polícia acaba por banalizar o uso da força. A sociedade passa a aceitar esse padrão de atuação como natural, condenando apenas a conduta individual de um ou outro policial que exagerou na dose. O comando das polícias não é responsabilizado. Por fim, a violência tem um custo psicológico para o próprio policial. Não são raros os casos de agentes que, sofrendo com problemas emocionais, suicidam-se. O tenente-coronel aposentado Dave Grossman explica esse fenômeno no livro On Killing: The Psychological Cost of Learning to Kill in War and Society, que é adotado por todas as forças de segurança norte-americanas.

       
    O terceiro erro consiste na ideia de que segurança pública é assunto só de polícia. Essa visão torta impossibilita que se pense os fatores sociais por trás do crime. Com isso, não permite uma política de segurança pública integrada a outras pautas, como os cuidados com a primeira infância, o acesso à educação, à assistência social, à saúde, ao esporte, à cultura. Tudo isso é descartado como sendo um sonho de longo prazo, inatingível. A segurança pública no Brasil só pensa no imediato. “Não se enfrenta o crime organizado com rosas.”

    Na Bahia e no Brasil, a política de segurança se resume a orquestrar o policiamento ostensivo, operações pontuais e, quando necessário, o uso da inteligência policial. Não há um projeto de mudança, que enxergue a segurança como um direito social a ser gradualmente atendido. A seguir nessa trilha, continuaremos gastando bilhões de reais em efetivo policial, equipamentos de ponta e prisões caríssimas. Deixaremos de lado aquilo que vários pesquisadores já concluíram se tratar da solução mais barata e efetiva para o descontrole da segurança pública: investir nas crianças, na educação, no futuro.

    O morticínio da Bahia e a reação de integrantes do governo Lula mostra que o problema não é só o improviso das políticas de segurança: há também uma dose de negacionismo. O combate à violência deve ser feito com base em evidências científicas e ações intersetoriais. Desqualificar as estatísticas, como fez o ministro Rui Costa, não é solução para o problema. 

    A Bahia está como está graças a uma sucessão de erros. Jerônimo Rodrigues (PT-BA), primeiro governador autodeclarado indígena, pode mudar essa história se não ceder ao canto dos falcões. Do contrário, só nos restará torcer para que a missiva de Caetano Veloso ao Papa Francisco dê resultado e que Nossa Senhora Aparecida tenha piedade de nós.

     

    Fonte: Daniel Cerqueira- Pesquisador do IPEA, coordenador do Atlas da Violência e membro do Conselho de Administração do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e Renato Sérgio de Lima - Professor da FGV EAESP e diretor presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública

    Segurança Pública
    Bahia
    Violência
    Compartilhe
    Facebook
    Twitter
    Whatsapp
    Telegram
    LinkedIn
    Comentários:
    Luana

    Publicado por:

    Luana

    Lorem Ipsum is simply dummy text of the printing and typesetting industry. Lorem Ipsum has been the industry's standard dummy text ever since the 1500s, when an unknown printer took a galley of type and scrambled it to make a type specimen book.

    Saiba Mais
    King Pizzaria & Choperia
    King Pizzaria & Choperia
    • King Pizzaria & Choperia

    + Lidas

    Nota da Consultoria de Orçamento sobre a LDO 2027 aponta dificuldades para estabilização da dívida pública

    Câmara dos Deputados 04/05/2026

    Nota da Consultoria de Orçamento sobre a LDO 2027 aponta dificuldades para...

    Informações: Agência Câmara Notícias
    TSE define ministros que vão julgar processos de presidenciáveis

    Justiça 22/05/2026

    TSE define ministros que vão julgar processos de presidenciáveis

    Ministros julgarão ações que forem protocoladas pelas campanhas presidenciais...
    Comissão ouvirá Alexandre Padilha sobre prioridades do Ministério da Saúde

    Câmara dos Deputados 22/05/2026

    Comissão ouvirá Alexandre Padilha sobre prioridades do Ministério da Saúde

    Informações: Agência Câmara Notícias

    Nossas notícias no celular

    Receba as notícias do Politiconews no seu app favorito de mensagens.

    Telegram
    Whatsapp
    Facebook
    Entrar
    King Pizzaria & Choperia
    King Pizzaria & Choperia

    Veja também

    Comissão aprova projeto que assegura criação de grêmios estudantis nas escolas

    Câmara dos Deputados

    Comissão aprova projeto que assegura criação de grêmios estudantis nas escolas

    Proposta segue em análise na Câmara dos Deputados
    Político News - 01 de Junho
    Gás natural tem redução na tarifa a partir de hoje no Rio

    Economia

    Gás natural tem redução na tarifa a partir de hoje no Rio

    Usuários atendidos pela distribuidora de gás CEG, as tarifas terão queda média de...
    Político News - 01 de Junho
    Petrobras reduz preço do querosene de aviação em 14,2%

    Economia

    Petrobras reduz preço do querosene de aviação em 14,2%

    Segundo a Associação Brasileira das Empresas Aéreas, o combustível representa 45%...
    Político News - 01 de Junho
    Declaração do IR pode passar a ser automática em até três anos

    Economia

    Declaração do IR pode passar a ser automática em até três anos

    Segundo o ministro da Fazenda, modelo seria uma evolução da declaração...
    Político News - 01 de Junho
    Governadora do DF recebe alta após apresentar quadro de pneumotórax

    Política

    Governadora do DF recebe alta após apresentar quadro de pneumotórax

    Celina estava internada desde sábado, no Hospital Santa Lúcia, em Brasília.
    Político News - 01 de Junho
    Mercado financeiro eleva previsão da inflação para 5,09% este ano

    Economia

    Mercado financeiro eleva previsão da inflação para 5,09% este ano

    Para 2027, a projeção da inflação varia de 4,01% para 4,02%. Para 2028 e 2029, as...
    Político News - 01 de Junho
    Todas as postagens
    King Pizzaria & Choperia
    King Pizzaria & Choperia
    Siga Politiconews nas redes sociais
    Notícias
    Agência DINO
    Agro
    Conteúdo Patrocinado
    Economia
    Educação
    Entretenimento
    Esportes
    Justiça
    Mundo
    Policial
    Política
    Saúde
    Tecnologia & Inovação
    Navegue
    Contato
    Termos de Uso e Privacidade
    Sobre
    Politiconews
    politiconews - Todos os direitos reservados

    Envie sua mensagem, estaremos respondendo assim que possível ; )

    Termos de Uso e Privacidade
    Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
    Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
    PROSSEGUIR
    • Início
    • Colunas
    • Economia
    • Esportes
    • Geral
    • Política
    • Saúde & Bem-Estar
    • Tecnologia & Inovação
    • Notícias
    • Agência DINO
    • Agro
    • Conteúdo Patrocinado
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Justiça
    • Mundo
    • Policial
    • Política
    • Saúde
    • Tecnologia & Inovação
    • Vídeos
    • Contato
    • Cupons de Desconto
    • Enquetes