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Quinta-feira, 16 de Abril de 2026

Notícias/Política

Fusão entre PSDB e Podemos pode levar tucanos de volta à base governista na Bahia após 16 anos.

Novo partido deve apoiar Bruno Reis em Salvador e integrar base de Jerônimo Rodrigues no estado, redesenhando forças na Alba e na Câmara Municipal.

Fusão entre PSDB e Podemos pode levar tucanos de volta à base governista na Bahia após 16 anos.
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A fusão acertada a nível nacional entre o PSDB e o Podemos pode impactar fortemente a política na Bahia a partir do próximo mês. Os tucanos, na oposição aos governos petistas no estado desde 2009, podem acabar retornando à base aliada governista após 16 anos.

Segundo informações obtidas pelo Portal A TARDE, o acordo nacional não ignorou as questões estaduais. Em alguns estados, a costura foi complicada, com PSDB e Podemos tomando posições bem opostas de qual caminho seguir. Mas, na Bahia, o ajuste foi costurado de maneira tranquila, com as participações do deputado federal Adolfo Viana (PSDB) e do superintendente da Defesa Civil da Bahia, Heber Santana (Podemos).

A ideia é que, respeitando os acordos firmados pelo PSDB, a nova legenda apoie o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), mas também integre a base aliada do governador Jerônimo Rodrigues (PT), conforme ajustado pelo Podemos em 2022.

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Essa movimentação poderia as bancadas de oposição na Câmara Municipal de Salvador, com os vereadores Randerson Leal (Podemos) e João Cláudio Bacelar (Podemos), e mais radicalmente na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), com os deputados estaduais Jordávio Ramos (PSDB), Paulo Câmara (PSDB) e Tiago Correia (PSDB) — este último, atual líder oposicionista na Casa.

Na Câmara, essa movimentação é vista como mais tranquila, já que, mesmo integrando a oposição, Randerson e Bacelar possuem um perfil mais independente. Já na Alba, há um receio de que os deputados tucanos criem resistência para a mudança.

Pensando nessa possível resistência dos tucanos mais vinculados a ACM Neto (União Brasil), a articulação política do governo Jerônimo já vislumbra um possível reforço do PSDB-Podemos. A ideia é que alguns deputados do PP, insatisfeitos com a iminente federação com o União Brasil, sejam filiados à nova legenda, fortalecendo o governismo internamente.

Presidente do PSDB na Bahia, Tiago Correia foi procurado pelo Portal A TARDE neste domingo, 20, para falar sobre as consequências da fusão partidária no estado, mas não respondeu às mensagens nem atendeu aos telefonemas.

 

Paquera antiga

Um namoro do PSDB com o governo Jerônimo já havia sido iniciado em 2023, após a filiação do presidente da Câmara Municipal de Salvador, o vereador Carlos Muniz. As conversas não foram para frente e os tucanos seguiram fazendo oposição à gestão estadual.

Agora, com a fusão com o Podemos, partido que integra o governo Jerônimo, surge uma nova oportunidade de aliança entre os tucanos e a administração petista no estado. O próprio Muniz é entusiasta da ideia, já indicando em declarações à imprensa que, atualmente, votaria pela reeleição do governador.

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