Especialistas afirmam que, nos transtornos de ansiedade, a pessoa “começa a ter sinal de alerta mais excessivo frente ao dia a dia.”
Além disso, “eventualmente ele pode acontecer sem nenhum tipo de evento que dispare esse gatilho.”
Isso gera preocupações excessivas, hesitação, deixa de fazer coisas que gosta, tem postura mais negativa e insegura.
As crises também podem ser de pânico ou não.
No pânico, “elas podem ser agudas, de 5 a 30 minutos, e é comum que tenha que procurar pronto-atendimento, com sensação de morte iminente.”
“Nas crises de ansiedade, muitas vezes têm gatilho, quando entra no trabalho, encontra pessoa com a qual não se dá bem, por exemplo, quando há gatilho possivelmente não é crise de pânico”, completou.
O tratamento da ansiedade, de acordo com especialista, envolve autocuidado, como dormir bem, praticar exercícios físicos, se alimentar bem e fazer psicoterapia.
O número de pacientes que sofrem com transtornos de ansiedade atingiu a marca de mais de 58 milhões em todo o mundo, de acordo com dados da Opas (Organização Pan-Americana da Saúde). A enfermidade tem sido uma das principais relatadas e diagnosticadas, segundo explicaram especialistas.
Em seus momentos de maior intensidade, o indivíduo pode experimentar crises de ansiedade, elevando os potenciais riscos do transtorno. A psicóloga Luana Ganzert, autora do livro “Você Vive ou Sobrevive?”, aponta os principais sinais de uma crise.
Sinais de crise de ansiedade
- Sensação intensa de medo ou pânico;
- Batimentos cardíacos acelerados ou palpitações;
- Respiração rápida ou dificuldade para respirar;
- Tremores ou sensação de fraqueza nas pernas.
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