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Segunda-feira, 01 de Junho de 2026

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Vereador de Coité denuncia descumprimento de lei que institui Marcha pra Jesus

Após aprovação legislativa, gestão municipal é acusada de desrespeitar compromisso com comunidade evangélica, causando frustração e indignação.

Vereador de Coité denuncia descumprimento de lei que institui Marcha pra Jesus
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Pouco mais de dois meses atrás, ou seja, dia 08 de abril, o vereador Fagner Ferreira (PSD) também conhecido como Fagner de Salgadália fez uso da Tribuna da Câmara de Coité, na ocasião faltavam menos de 20 dias para a Coité Folia e pediu que o prefeito Marcelo Araújo (União Brasil) contratasse atrações para a Marcha pra Jesus pelo mesmo valor que paga as atrações das festas populares. A festa estaria prevista para acontecer em 1º de junho, muito provavelmente se isto não acontecesse o parlamentar retornaria a tribuna para lamentar a falta se isonomia por parte de gestor, porém a frustração foi bem maior, entenda.

Em Sessão Ordinária na Câmara na noite de segunda-feira, 03, o vereador Dr. Fagner como também é conhecido o autor da Lei 1027/2023, que inseriu a Marcha pra Jesus como evento oficial em Conceição do Coité, fez um pronunciamento questionando a não execução do referido evento por parte da Gestão Municipal de Conceição do Coité.

Segundo o vereador, a lei está em vigor desde 30 de junho de 2023, porém o gestor de Marcelo Araújo, através do setor de Cultura não fez nenhuma reunião com as organizações ministeriais: Ordem dos Ministros Evangélicos de Coité (OMEC) e Conselho de Pastores Evangélicos de Coité (CEPEC) para tratar desse evento, “o que demonstra o total desrespeito aos evangélicos, já que para outros eventos a gestão municipal contrata e divulga atrações com antecedência”, lamentou o edil.

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Ainda de acordo com Fagner que também preside o PSD no município de Coité quando apresentou o projeto no ano passado, todos os vereadores falaram bem, os representantes da OMEC e CEPEC estiveram presentes e foi aprovada a criação da Lei da Marcha pra Jesus, ” é vergonhoso, essa lei teve emenda do vereador Marquinho [de Renato tido como pré-candidato a vice de Marcelo que deverá concorrer a reeleição] e é vergonhoso o destrato do gestor municipal para com essa lei. Ele gosta de aparecer em rede social, lançou uma foto ao lado de líderes evangélicos em 22 de abril, parabenizando pelo projeto de Lei e que iria executar tanto a Marcha pra Jesus, quanto a Semana dos Evangélicos. Se passaram dois meses, e talvez as duas organizações (OMEC e CEPEC) de boa-fé, confiante na palavra dada pelo prefeito, procuraram organizar a Marcha pra Jesus e pasmem! Fez com que fosse organizado um cartaz com dois eventos e depois retira o apoio. As duas organizações com vergonha lançaram um novo cartaz comunicando que a marcha pra Jesus não iria acontecer”, afirmou Fagner.

Por fim, o vereador disse que espera uma resposta oficial da Gestão Municipal, visto que em contato com umas das supostas atrações, a Banda Manancial, o evento estava na agenda para o dia 01/06, porém não tiveram nenhum retorno.

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Bruno

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