O Vitória levou a melhor sobre Bahia e foi campeão baiano no último domingo, na Arena Fonte Nova. Com a conquista, o Leão encerrou um jejum de seis anos e conquistou o seu 30º título estadual. A equipe é a maior vencedora do estado, só atrás do seu maior rival.
O Vitória, então, manteve a escrita de nunca, em uma final com Ba-Vi, o vencedor do jogo de ida perder o título no segundo confronto. A conquista também encerrou um jejum de anos sem títulos estaduais do Leão.
Neste sentido, Matheusinho, Dudu e Rodrigo Andrade foram os protagonistas. Mas outros jogadores foram bem pelo Vitória na Arena Fonte Nova. A começar por Wagner Leonardo, com atuação indefectível na zaga, e um gol marcado. Ele balançou as redes em um momento de pressão rubro-negra, com três escanteios em sequência.
O Vitória estava confortável na Arena Fonte Nova. Tão confortável que sofreu um gol de contra-ataque. Mas o empate não mudou a postura dos comandados de Léo Condé, que seguiram com controle no meio de campo, freando o Bahia no setor mais importante do tricolor. Everton Ribeiro, Cauly e companhia não conseguiram jogar.
E como explicado anteriormente, o meio de campo do Vitória também foi capaz de jogar na fase ofensiva. Aos 29 minutos, Matheusinho e Dudu esconderam a bola no setor e colocaram Osvaldo na cara do gol. O atacante foi derrubado por Rezende, que impediu a finalização, mas pagou caro por isso: foi expulso.
A partir dali o jogo ganhou um novo roteiro. E embora tenha levado um susto ou outro, o Vitória teve sempre o controle da partida. O pecado rubro-negro na Fonte Nova foi não fazer o segundo gol mesmo com muitas chances criadas. Elas começaram a aparecer ainda no primeiro tempo e seguiram até pouco antes do apito final.
O empate fazia do Vitória campeão, mas durante a segunda etapa Léo Condé mostrou que queria mais. Tirou o amarelado Dudu e foi para cima com Iury Castilho. Depois renovou o gás lá na frente com as entradas de Zé Hugo e Mateus Gonçalves.
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